Agricultores familiares – incluindo assentados, indígenas, quilombolas e pescadores artesanais – correspondem a 80% dos atendidos pelos extensionistas do Incaper
O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), está anunciando que encerrou o ano de 2024 com atendimento a 38,9 mil agricultores, organizações e outros públicos ligados ao setor rural. Ao todo, foram realizadas 75,5 mil prestações de serviços, que contribuíram para ampliar a produtividade, aumentar a renda e impulsionar o desenvolvimento sustentável no campo.
Os agricultores familiares – incluindo assentados, indígenas, quilombolas e pescadores artesanais – correspondem a 80% dos atendidos pelos extensionistas do Incaper, que é uma autarquia vinculada à Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).
Atendimentos presenciais e remotos
Ao longo do ano, o Instituto promoveu mais de 43 mil atividades de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), utilizando métodos como atendimentos presenciais e remotos, visitas técnicas, cursos, dias de campo e dias especiais.
Principal atividade agrícola do Estado, a cafeicultura foi a cadeia produtiva mais contemplada pelas ações: 18 mil produtores foram assistidos, com mais de 32 mil atendimentos de Ater. As outras quatro áreas com mais atendimentos foram a fruticultura, a bovinocultura, a olericultura e a agroindústria.
O diretor-geral do Incaper, Antonio Elias Souza da Silva, destaca que os resultados de 2024 demonstram a relevância do serviço público de assistência técnica e extensão rural, prestado pelos profissionais dos escritórios locais do Instituto, que estão distribuídos em todos os municípios e também em alguns distritos, viabilizando uma capilaridade total no Estado.
“É por meio das atividades que levamos aos agricultores capixabas conhecimentos, informações e soluções tecnológicas e sociais que ajudam a tornar os sistemas de produção mais eficientes, sustentáveis e rentáveis. Além disso, auxiliamos os produtores e organizações representantes no processo de comercialização dos produtos e no acesso a políticas públicas. São ações que contribuem para melhorar a qualidade de vida das famílias rurais”, encerrou Antonio Elias.